Saúde Mental é pauta de atividades na Maternidade Januário Cicco

Pensar sobre a vida, condição social e psicológica, relacionamentos pessoais e profissionais, propósitos, emoções, sentimentos e sobre como está a saúde mental, numa perspectiva integral, é o objetivo da celebração do Janeiro Branco, campanha de conscientização em favor da saúde mental criada em 2014, em Minas Gerais, pelo psicólogo Leonardo Abrahão e que hoje cresce em todo o país.

A partir desta terça-feira, 21, a Maternidade Escola Januário Cicco da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (MEJC-UFRN), vinculada a Rede Hospitalar Ebserh, promove a Campanha Janeiro Branco, com o tema Precisamos falar sobre Saúde Mental.

A programação acontecerá até o final do mês e contará com oficina de comunicação não violenta, rodas de conversas sobre estresse com sessões de acupuntura, debate sobre saúde mental com o psiquiatra Jorge Nóbrega, realização do abraçaço em todos os setores da maternidade e a disponibilização de um painel reflexivo sobre o autocuidado físico, emocional, social e espiritual, levando as pessoas a refletirem sobre as ações e mecanismos que praticam em prol de sua saúde mental.

Segundo a psicóloga organizacional da MEJC, Monique Pimentel, a campanha do Janeiro Branco nasceu para tornar realidade o ideal de um mundo mais saudável em relação à subjetividade dos indivíduos. “Precisamos falar sobre saúde mental, convidando cada um a cuidar de si e do outro, contribuindo para um mundo com mais sentido e harmonia”, afirma.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que as perturbações mentais e comportamentais são comuns e afetam mais de 25% da população em certa fase da sua vida. Essas perturbações são também universais, atingindo pessoas de todos os países e sociedades, de todas as idades e exercem um impacto económico sobre as sociedades e sobre o padrão de vida das pessoas e das famílias.

Estudos da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) apontam que o Brasil apresenta as maiores taxas de comprometimento da saúde mental do continente americano, causadas por depressão (9,3%) e ansiedade (7,5%).

“O crescente número de casos de doenças relacionadas à falta de qualidade de vida é um sinal de alerta para que se repense e trate a saúde mental com a urgência que merece”, ressalta a especialista.

Acesse a programação completa do Janeiro Branco na MEJC.

Fonte: Ascom/MEJC.

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