Vídeo orienta sobre alimentação e qualidade de vida

A alimentação é um aspecto importante na vida de todos, pois está relacionada a aspectos biológicos, psicológicos, sociais e culturais da existência. Mas as escolhas alimentares que fazemos e o modo como nos alimentamos refletem os cuidados que precisamos ter com nossa saúde e nosso bem-estar? Essa foi uma das questões que levou à produção do vídeo Orientação para Comer com Atenção Plena em Tempo de Isolamento Social. Por trás dessa iniciativa, há a concepção de que a alimentação deve ser um ato consciente.

O material resulta do projeto Autocuidado Integrativo em Tempos de Coronavírus e foi produzido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio do Centro de Ciências da Saúde (CCS), do Departamento de Saúde Coletiva (DSC) e do Laboratório de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Lapics).

O vídeo destaca a relação entre alimentação e estilo de vida, chamando a atenção para o fato de que a sociedade em que vivemos é caracterizada pela correria e também pelo consumo exagerado de alimentos ultraprocessados. Dessa combinação resulta a tendência para uma alimentação apressada e pobre em nutrientes, o que, com o tempo, predispõe ao desenvolvimento de doenças crônicas como a obesidade, a diabetes e a hipertensão.

Mas o vídeo também observa que este período de isolamento social, decorrente da necessidade de enfrentamento da pandemia de covid-19, tem obrigado muita gente a ficar em casa e assim a desacelerar e a diminuir o ritmo de suas atividades. E isso pode ser uma oportunidade para cuidar mais da alimentação e, por extensão, da própria saúde.

De acordo com a coordenadora do projeto e do Lapics, professora Ana Tânia Sampaio, este período de isolamento pode ser empregado para exercitar o autocuidado e uma maneira de fazer isso é estar atento à alimentação. “Quando direcionamos nossa atenção para o ato de comer, podemos transformar nossos hábitos alimentares, tendo em vista a realização de uma vida saudável”, disse.

Acesse o vídeo no link.

Fonte: Agecom/UFRN.